Tuesday, June 23, 2009

o retorno...

Pessoas, em breve retornarei... Estou me reorganizando e voltarei a publicar notícias minhas aqui neste local...
Aguardem...

Saturday, August 09, 2008

O RETORNO

Pessoas, voltei para Ouro Preto esses dias e estou um pouco desconectado do mundo virtual. Mas, em breve, atualizarei este bolg para todos nós, ok!?
Grande beijo a todos...

Tuesday, June 24, 2008

METADE (Oswaldo Montenegro)

E que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
E a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

Thursday, June 19, 2008

Campanha de Popularização do Acre







AME O ACRE VOCÊ TAMBÉM!!!

Comunidades no Orkut (tem várias outras. Procurem! Participem!):

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=24921601

...

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=6409225

Wednesday, June 11, 2008

MOMENTOS...

Obsoleto (Bruno Campelo)

Momentos de solidão avassaladora,
incrédulo amor!

Infiel sentimento
Causador de estremecimentos constantes
Que saltam
[e alcançam]
O peito solitário
Daquele que se angustia.

Insuficiente em sua crueldade,
Não bastando a degeneração do peito pulsante,
Quer mais, quer tudo virando nada,
Saciando a sede que sua carência lhe proporciona.

O vazio constante permanece,
No lugar do vinho vivo,
Percorrendo o corpo abandonado.
A mente abandonada.
O ser abandonado.

E assim continuo meu caminho!

Monday, June 09, 2008

Alguns textos pra vocês...

"Bipolar:


Meio da metade, a face ao meio.
Desnorteio.
Se ao sul , o norte, o inverso contrareio.
Face a face, é que se vê o anseio.
Medo, que nome feio!
Bio, biodiversidade, muitas partidas ao meio.
Me diga você; que vive e se levanta, toma café e janta.
Como se vira, quando aperta a sua garganta?
Me diga, se o espanto te espanta?
Me diga, se o inferno te encanta?
No canto da parede, onde se pendura a rede.
Me diga você, se o inverno te encanta?
No frio da parede, onde o mofo se aloja.
Na bipolaridade de teus atos.
Automaticamente calçar seus sapatos.
Matematicamente, fazer suas contas.
Eu quero o batimento do orgão que te nutre,
e espalha o vermelho por suas artérias vermelhas e frias!
Aperte com a mão, é seu meu coração... Oco como um estômago vazio."






" Vê-me aqui.
De fronte a tua janela,
num out door exposto.
Foi a forma que achei.
Foi o desenho no papel.
Estou nua.
E todos vêem.
Faço propaganda de mim.
De minha alma encardida.
Foi o meio para mostrar-te.
O desenho no papel , o rabisco.
Meu desenho é ruim.
Letras dislexas.
Mas mesmo assim me exponho.
Em alturas e vertigens;
num paralelo de mim.
Pouco notado, pouco a pouco
o papel será rasgado, macerado pela
chuva, mofado!
Mas ficará o estandarte montado,
a alegoria aos ventos do céu.
Foi a maneira que achei para
que me visse!
Logo eu, tão silênciosa!
Fiz esse estardalhaço.
Logo eu , tão sombra!
Tornei-me sol de meio-dia.
E pássaros pousam-me.
E a água escorre-me.
Logo eu, que em dias
sombrios, mergulho-me em cavernas de corais.
Ora eu, estranho ser!
Seria estranho não ser.
Jamais responderei a questão.
Serei ser, sertão.
Ser tão você, que seria pouco
ser eu!"

Monday, May 26, 2008

O RETORNO!!!






Bom pessoal, depois de um bom tempo sem deixar ao menos uma fumaça para dizer que estou vivo, aqui estou renascendo das cinzas e pronto para compartilhar com vocês novamente...


E, para começar, venho dizer algo que já está mais divulgado: sou um "Mambembe". Isso... Esse é meu mais novo prazer. Ser "Mambembe". Coisas de universidade, ou mais...

Essas fotos são alguma coisa do meu início mambembístico...

E semana que vem já tem estréia hein!!!

dia 31/05/2008, "Barão nas árvores", transcriação da obra de mesmo nome, de Ítalo Calvino.
IMPERDÍVEL!!!

quem puder, espero vocês!!!


Beijos e até breve!